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sábado, 29 de novembro de 2014

Chaves moldou quem eu sou.

A alguns anos eu disse para algumas pessoas (após uma reflexão pessoal) que Chaves moldou quem eu sou. Meu caráter, meu jeito de ver o mundo, e de olhar para ele. Pode parecer estranho. Uma série de humor com cenários de papelão fez isso? Sim fez. E eu queria compartilhar os motivos.


  1. Escute sempre a todos -  Seu Madruga apanhava na maioria das vezes sem ter a menor culpa. Aprendi que acontecendo o dialogo e conhecendo os dois lados, injustiças não acontecem.
  2. Não acuse os outros - Não somos juízes da vida. Não temos esse direito. Não podemos e nem devemos tentar gerar culpa e intimidação. Como quando Chaves foi acusado de ser o ladrão.
  3. Saiba perdoar (e seja o melhor que puder) - Quando Chaves diz que rezou para o ladrão se arrepender e se tornar bonzinho é muito do que perdemos quando crescemos: a esperança no mundo. Não perca a fé nas pessoas. Vá até o fim por elas.
  4. Valorize os momentos. Valorize os amigos - Cena final de Acapulco. A música e o momento. Dizem tudo. 
  5. Divida suas coisas. Sejam materiais ou pessoais - O aniversário do Kiko aonde Chaves pega coisas escondidas que na verdade não são só para ele, e sim também para o Seu Madruga. 
  6. Suas atitudes geram consequências - Sabe a casca de banana que você jogou no chão Kiko? Foi ela que fez você cair.
  7. Estudar é importante - Para não ser o burro da classe? Talvez porque a falta de conhecimento que as crianças tem, mostram como somos nós quando não queremos aprender algo. Aprender é sempre algo maravilhoso.
  8. Juventude é um estado de espirito. Não importa o que os outros pensam - Se você é jovem ainda... Não tenha medo de gostar das coisas que você gostava. Não tenha medo de rir. Você não é velho é apenas vivido.
  9. Se preocupe com os outros - Ver uma criança passando fome é algo que abre os seus olhos para a dura realidade da vida. E ver que ela ainda tem esperança na vida leva ao motivo final.
  10. Tenha esperança na vida -  Você vai ter motivos para chorar. Você vai sofrer. Mas no fim o sorriso volta, você soltou todas as suas lágrimas. A vida vai te dar uma nova oportunidade para se olhar. Ame seus dias e as pessoas. Elas são tudo pra você.
Obrigado Chesperito. Obrigado por ajudar a construir quem eu sou.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Alguém

Ela parece igual. Igual a alguém. Não sei. Tem alguma coisa perdida em meio a menina que... Me deixa sem palavras.
Ela parece estar perdida. Você está perdida? Você quer encontrar?
Os cabelos negros descem meio que em ondas pelos ombros. Você quer entender?
A tristeza parece estar escondida em algum lugar, perdida dentro de você e nada parece fazer para querer deixar ela sair, e deixar ela viver fora de você. Você quer voar?
O olhar tem pura esperança. Poucas eu já vi assim. Mas grilhões de medo em pulsos frágeis não te deixam levantar. Você não quer amar?

Você quer garantir o futuro. Você não quer deixar lágrimas no peito. Mas não tem coragem nem entende o que sente direito.

Uma queda um dia vai acontecer. Você está pronta?
Joelhos e coração frágeis. Você é linda.
Verdadeira e encantadora. Se abra.

Destinos cruzam não por acaso. Destinos sopram por motivos. Se deixa levar, cair e levantar. As dores pequenas preparam para as grandes. E aguentando uma grande dor, você é capaz de ver seu verdadeiro amor.

E quem será? Um passo de fé é preciso para que a dama de pele clara e olhos tristes escolha se vai ou não viver. Ela pode definhar a beira do abismo. Ou aceitar que ao dar um passo, tem alguém para te segurar.

Seria eu esse alguém?

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Como não amar?

Como não amar você?
Como não amar esses olhos que sempre sorriem?
Esse jeito desajeitadamente encantador de ser?
Esse seu jeito doce de dizer as coisas mais simples?

Como não encantar com uma menina,
Uma garota,
Um anjo,
Uma mulher tão linda quanto você?

Como não preocupar quando algo ruim te acontece?
Como não procurar pra te ajudar?
Como não amar você?
Como não fazer de tudo por você?

Como não pensar em você todo dia?
Toda hora?
Todo momento?
Em todo lugar?

Como não sorrir pensando em você?
Como não amar o seu jeito de ser?

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Old & Gold - Sem palavras

Faz uns meses, eu postei aqui a ação do Bernardo e do Miguel sobre o musical Old & Gold. Eles conseguiram e hoje no 3º e último dia de apresentação eu pude conferir. E a verdade é que fiquei sem palavras para descrever o qual maravilhoso foi.
Não vou seguir nada cronológico, e vou evitar falar das músicas. Alguma eu vou ter de falar, já que marcaram. Mas não saber exatamente quais eram, acho que isso tornou tudo mais bonito, mais perfeito e mais especial.

Começando pelo fim, já no lado de fora, fui falar com Miguel. E chamei "Mr Sinatra". Não ele não 'imita' em momento algum 'A Voz'. Miguel tem personalidade ao cantar. Algo único, mas que soa familiar e confortável. Mas é dele, perto do inimitável. É como uma grande paz, uma bela constante nas ondas sonoras. Eu o chamei assim, pelo Show Man que ele provou ser. Pelo poder que com simplicidade ele exerceu sobre o palco. Era difícil desviar o olhar quando ele estava cantando. Você se sente maravilhado com tudo aquilo que está vendo e ouvindo. E com tudo isso também o que está sentindo. Mas eu acho que também o chamei assim como uma tentativa de demonstrar o quanto eu fiquei maravilhado com tudo.

Como disse Miguel é Miguel em 97,5% do show. Os 2,5% restante são uma pequena homenagem em La Vie En Rose que do começo ao fim me fez DE VERDADE ficar de boca aberta. Entendam eu sou meio metido a cantar, sei das minhas limitações, mesmo já tendo sido elogiado pelo próprio Mr. Toscano de quem estamos rasgando seda (com merecimento). Mas se tem uma coisa que tenho fascínio pela dificuldade inclusive minha de pronunciar qualquer frase ou palavra, são as músicas em francês. Lindas, suavidade apaixonante e ele passa isso. E a pequena homenagem, eu prefiro não comentar pra não estragar caso aqueles que estão lendo tenham o prazer que eu tive ao assistir.

Outro momento que tenho de falar é quando ele cantou Summertime. Eu já ouvi algumas versões dela. E nenhuma ficou tão bela, tão emocionante, tão perfeita quanto a de Miguel. Foi divina. Eu posso ser massacrado por isso, mas Janis Joplin não conseguiu me passar o que ele passou.

Mas a peça em si? Ela é tocante. Me limitarei a dizer que ela faz uma pergunta sobre o amor, e com uma sutiliza que acho que nunca vi, vai nos dando as respostas pela emoção das músicas. A resposta a pergunta que é feita, é você quem deve responder.

A grandiosidade me faz ter de falar de Dugin. Desculpem eu passei uma vida o chamando assim, é complicado o chamar só de Bernardo. Eu conheço a figura. E da pra perceber o toque meio megalomaníaco dele, que é algo que faz você esquecer onde você mesmo está. Não entendeu? Bom alguns momentos perdido entre projeções e músicas eu esquecia que estava no teatro. Eu me sentia dentro da situação. Eu sentia como se estivesse completamente sozinho. Isso só era levemente levado embora quando eu me juntava ao teatro lotado para aplaudir cada música. As luzes as cores, os movimentos. Ele sabe tudo o que está fazendo. Muito orgulho de ter divido o palco e ter sido aluno dele.

Banda, orquestra e coral ao vivo. Acho que isso contribuiu pra me sentir tão vivo, tão dentro de todo o espetáculo. Mas eu preciso citar um conhecido: Victor Ludolf tocando aquele mesmo violão que ele nos ajudou a carregar pra contar as músicas e a literatura de Tom Jobim. Ele é simplesmente fantástico.

Ainda tem um revival de um momento que talvez só alguns saibam, mas acredito que grande maioria conhecia. Um momento de curtir mesmo. 60's rules.

No mais fica o prazer de ter estado lá, visto esse verdadeiro show, espetáculo, obra de arte.
Fica o pedido pra se lançarem CD, DVD, BluRay... Vale muito a pena.

Mas o que eu espero é que eu tenha passado o que na frente dos meus dois amigos eu não encontrei palavras para descrever o quão foi incrível esse momento lindo.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Old & Gold !!!

Bom pessoal, venho aqui escrever hoje pra falar de um projeto do meus amigos Bernardo Dugin (você já deve ter visto eu falando dele aqui uma vez ou outra xD) e do Miguel Toscano (que canta um absurdo, que vocês [até darem o play no video abaixo] não fazem ideia!).

É um projeto de um musical chamado Old & Gold que eu fiquei bobo, morrendo de vontade de assistir. Deem uma olhada:


Então pra esse show acontecer eles então fazendo aquilo que se é possível para arrecadar dinheiro através de um financiamento coletivo. E você pode ajudar. Em cada faixa de valor doado você recebe um 'brinde' que vai desde 'Agradecimento no programa do espetáculo e 50% de desconto na compra de um ingresso' até 'Quatro convites para o musical (temporada de Setembro, Nova Friburgo - RJ), imã, caneca, camisa OLD & GOLD, foto autografada com o cantor Miguel Toscano, visita ao camarim, música dedicada no espetáculo, jantar com a equipe OLD & GOLD e pocket show de de 20 minutos (Miguel, piano e violão) em seu evento (Se for empresa, logomarca de "EMPRESA apresenta" em todo o material de divulgação do espetáculo, cota de convites e pocket show)'. Sem contar que caso (infelizmente) eles não alcancem a meta, você recebe seu dinheiro de volta. Mas a gente QUER VER esse espetáculo!

Então o que você está esperando? Colabore! As faixas de 'brinde' por contribuição estão no site para doação:  http://catarse.me/pt/projects/681-old-gold

Como não temos patrocínio, mas temos sonhos e uma equipe de primeira, precisamos do seu apoio para que nosso projeto saia 100% como o planejado.
E olha que não é pouca coisa não!
OLD & GOLD é um show com os melhores clássicos da música mundial: Beatles, Elvis, Frank Sinatra, Judy Garland, Tonny Bennett, Tom Jobim, entre outros.
São mais de 50 artistas friburguenses envolvidos no projeto, entre músicos, bailarinos, cantores e equipe.
Imagina…
A estreia é prevista para setembro no Teatro Municipal de Nova Friburgo e promete surpreender o público com projeções gráficas, coral, Big Band, maestro e um repertório que encanta gerações.
Os ensaios já começaram e estão bons demais!
Contamos com a sua contribuição!
Nos vemos na estreia, hein?!
Grande abraço,
equipe OLD & GOLD.
Contato: (22) 9836-8586 / (21) 7861-3582 / bernardodugin@yahoo.com.br
ESTE PROJETO SÓ SERÁ FINANCIADO SE PELO MENOS R$ 13.200 FOREM ATINGIDOS ATÉ 13/07/2012

CONTRIBUA AQUI! 

sábado, 22 de janeiro de 2011

Blue Dreams

Deixo tudo o que existe em mim.
Eu consigo dizer a verdade, mas as verdades parecem não ter fim.
Meu sentimento me tapeia. E sempre tenho mais pra dizer.

Eu não choro mais. Tudo o que sentimos é forte demais pra me fazer sofrer.
Seu sentimento por mim, não é igual ao meu por você.
Mas como te amo demais, ele me conforta, ele me satisfaz.

Eu te disse isso. Eu sei. Mas preciso eternizar.
Você é a mais perfeita que eu já conheci.
Seu abraço é mágico, e por mais que eu fale, você não tem ideia.

Eu quero muito que aconteça.
Acho que nem sei explicar o quanto.
Esse sonho que é ficar com você.

Mas não importa.
Você me faz tão feliz, sendo feliz.
Mas não vou te enganar.

Poder estar com você parece mais mágico que tudo o que você já me fez.
Te beijar, e te fazer mais feliz.
Parece um sonho pra mim.

Não vou forçar, mas só depende de uma pessoa pra ele se realizar.
Eu sei quem é.
Mas só vai acontecer quando o tempo disser.

04/08/10 título - 02:28
22/01/11 texto - 18:06

domingo, 4 de julho de 2010

A Simplicidade de um Rei

Roberto Carlos vai ser tema da Beija Flor ano que vem. E eu estava eu lendo o blog Roberto Carlos Braga do meu brother James Lima, quando vi que ele estava vendendo a camisa oficial do enredo. Então venho aqui para divulgar também com vocês esse ótimo achado!

Ela está sendo vendida por 55 reais + frete na loja da Beija Flor. Mas no RCB, você pode comprar por 45 reais (frete incluso) entrando em contato pelo email contato@robertocarlosbraga.com.br .

É importante frisar que a camisa vendida lá não é falsificada, mas, exatamente, a mesma que é vendida pela Beija Flor, e foi conseguida com os fornecedores da escola.

Outra hora escreverei sobre esse carnaval que vem ai ;)

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

60, O Musical

60, O Musical - Um Presente ao Passado Brilhante

Duas Barras Ind. de Moto Peças APRESENTA

"60, O MUSICAL - Um Presente ao Passado Brilhante"

Mais de 30 profissionais da área artística friburguense reunidos num único projeto

Dias 18, 19 e 20 de Setembro no Teatro Municipal Ariano Suassuna.

O melhor da música e da dança dos anos 60 num espetáculo contagiante!
No repertório: Elvis Presley, Beatles, The Carpenters, Chubby Checker, The Mamas and the Papas, Grease, Jovem Guarda, Frank Sinatra, entre outros.

Participe, divulgue e concorra a convites para
"60, O MUSICAL - Um Presente ao Passado Brilhante"

18, 19 e 20 de SETEMBRO no TEATRO MUNICIPAL ARIANO SUASSUNA

sexta e sábado às 21h
domingo às 19h

Ingressos: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia)
Ficha técnica:
Texto: Bibiana Beurmann
Direção e Produção: Bernardo Dugin
Preparação Vocal: Lanúzia Pimentel
Coreografias: Geraldine Marqui
Figurinos: Carla Azevedo
Cabelos e Maquiagem: Neide Coiffeur
Sonoplastia: Juran Studio
Elenco: Anike Couto, Bernardo Dugin, Carmen Lúcia, Ivana Valle Machado, Lucas Braune, Lucas Veiga, Miguel Toscano, Núbia Gremion, Tamires Braga e Marqui Cia de Dança.
Agradecimentos aos apoios de: Duas Barras Indústria de Moto Peças, Conexão Academia, Neide Coiffeur, Juran Studio, Frimídia, Jornal A Voz da Serra, VibeNotícias e Prefeitura Municipal de Nova Friburgo.

Estreia no Teatro Municipal de Nova Friburgo, nos dias 18, 19 e 20 de setembro 60 O MUSICAL, de Bibiana Beurmann com direção e produção de Bernardo Dugin.
A peça resgata um programa de rádio dos anos brilhantes. Com duração de uma hora e dez minutos, a atração tem ligação e carta dos ouvintes, jingles e vinhetas de comerciais e, é claro, o melhor da música e da dança dos anos 60. Tudo ao vivo interpretado por 10 atores/cantores e pelas bailarinas da Marqui Cia de Dança. No repertório: Beatles, Elvis, The Carpenters, Chubby Checker, Jovem Guarda, Frank Sinatra, Frankie Valli, entre outros. Uma verdadeira viagem pelo tempo, repleta de alegria, surpresas e emoção.

“A ideia de se fazer um musical dos anos 60 surgiu da vontade de falar de uma época marcante, mas de forma inovadora. Em 60 O MUSICAL não vamos contar nenhuma história específica. Cada espectador terá uma experiência diferente dentro do teatro. Como? Pelas músicas. É o envolvimento do público com elas que nos interessa. Talvez, ao ouvir um sucesso da época, a pessoa lembre de quando namorava no banquinho da praça, dos bailes, ou apenas que gostava da música e cantava, mesmo sem saber falar inglês. Alguns vão se surpreender com canções que tocam até hoje, mas que são de 60. Para quem fez parte, ou não, dos anos brilhantes vale a pena assistir ao espetáculo e descobrir um pouco mais sobre uma década que encanta gerações” disse o diretor Bernardo Dugin.

O mais difícil foi juntar canto e dança sem perder qualidade vocal, fôlego e sincronia. Foram cinco meses de preparação até a estreia. Todos os sábados e domingos os atores tiveram aulas de canto e de dança, com Lanúzia Pimentel e Geraldine Marqui, respectivamente. Além da preparação corporal realizada na Conexão Academia, apoiadora do espetáculo.
Todo detalhe do musical foi pesquisado. Segundo a atriz Anike Couto, pesquisar é fundamental para a construção da personagem. “Um trabalho de estudo da época dá qualidade de presença para quem atua ao buscar elementos que ajudam na viagem ao passado”. Anike conta também que adotaram detalhes sutis da moda de 60, como as unhas das meninas arredondadas, para combinar com o formato e a cor do batom.

Os figurinos da design de moda Carla Azevedo, dão um toque especial à montagem. A opção por calçados brancos darão destaque ao twist dos atores e bailarinas; saias rodadas para mais leveza cênica; blusas em preto em branco, no primeiro ato, contrastando com a luz; vestidos de gala e paletós em tons pastéis para o fechamento em grande estilo. “Detalhes como cintura marcada, comprimento abaixo do joelho e estampas geométricas para as moças e looks com toque de alfaiataria para os rapazes fazem do figurino uma mistura de sensações dos anos 60 com uma releitura mais contemporânea” detacou a figurinista Carla Azevedo.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Amor e Amizade... (Can't We Be Friends?)

Dia 20 de julho foi dia do amigo. Isso me fez lembrar de algumas coisas sobre amizade. Os meus amigos principalmente. Mas me fez pensar em Amor e Amizade... Já estava com vontade de escrever sobre isso, esse post já estava em construção, mas estava meio empacado... Eu estava um dia refletindo sobre se apaixonar por uma amiga...

Não existe nada mais doloroso do que se apaixonar por uma amiga. Se tem medo de contar e perder a amizade. Mas com isso dói ter que ficar guardando o sentimento dentro do peito. E se ela falar que nada vai mudar, que ela só quer amizade, com certeza pra quem está amando nunca mais vai ser igual.

Cada momento perto da pessoa vai ser como um alcolatra perto de uma bebida... Tão próxima e tão distante... A diferença é que o alcolatra não deve beber. Já o apaixonado não consegue deixar de sentir, de certa forma não é culpa dele. Não é a conciencia dele...

O terrível é que talvez por ironia o amor só consegue ser apagado, quando se apaixona-se por outra pessoa. Pode levar tempo. E isso mata aos poucos...

Não é possível saber o que é pior se é ela termina e diz para ser apenas amigos, ou uma amiga que nunca dará uma chance para o amigo... (e vice-versa)

Separei uma música falando disso...

Can't We Be Friends?

I took each word she said as gospel truth the way a silly little child would.
I can't excuse it on the grounds of youth,
I was no babe in the wild, wild wood.
She didn't mean it,
I should have seen it,
but now it's too late.

I thought I'd found the girl of my dreams,
now it seems,
this is how the story ends:
She's gonna turn me down and say,
"Can't we be friends?"
I thought for once it couldn't go wrong,
not for long,
I can see the way this ends:
She's gonna turn me down and say,
"Can't we be friends?"
Why should I care though she gave me the air,
Why should I cry,
heave a sigh,
and wonder why,
and wonder why?
I thought I found the gal I could trust,
watta bust, this is how the story ends:
She's gonna turn me down and say,
"Can't we be just friends?"

quarta-feira, 1 de julho de 2009

autoRRetrato - Anike Couto / Bernardo Dugin



Estava eu olhando meu orkut quando vi um video recém adicionado nos favoritos do meu amigo Bernardo Dugin.

Bom Bernardo e eu fizemos Teatro juntos no TAME (Teatro Amador Mercedário) (o grupo de teatro de nosso colégio) desde 2005. Ele já era absolutamente fantástico. Já fazia teatro (de qualidade) a bem mas tempo que eu. Eu fiquei só no amadorismo mesmo. Sabia (e claro ainda sabe) improvisar como ninguém. No 3º ano dele (2007) ele quase não tinha tempo de ir aos ensaios. Então chegava na hora e a partir do que o outro sabia ele ia improvisando seu texto (que ele sabia, mas ia adaptando). Lembro dele (e um outro colega dele Felipe Greff) recebendo texto na quinta pra apresentar uma mina peça na sexta (hahahahhh)... E fazendo melhor do que se tivesse ensaiado. Os dois, fantásticos, sintonizados.

Bem o tempo passou, 2008 eu tive que carregar o peso de ser o mais velho no teatro e acho que fui bem, e em 2009, o TAME acabou 'fechando'. Os motivos não acho que devo dizer.
Hoje ele faz Jornalismo, e Tablado.

Bem mas voltando o video foi feito para divulgar um curta que ele está participando. Os detalhes eu não sei, porque também meu msn não está gravando o histórico.

Ai fui ver o video... E me deparo com uma outra velha conhecida minha: Anike, que estudou no mesmo ano de Bernardo, e participa do curta com ele. Anike conheço desde do tempo que fiz teatro digamos 'pré-amador' no colégio. Lembro da gente fazendo Sonho De Uma Noite De Verão, A Bruxinha Que Era Boa, e uma outras... Os elogios que fiz pra Bernardo, valem pra ela também. Anike fez também uma peça em que também estavam eu e Bernardo: A Cigarra E A Formiga (já do TAME).

Assistam o video e comentem.